Especialista da bxblue, plataforma que facilita a contratação de empréstimos, dá dicas para utilizar a modalidade de forma consciente
Metrópoles
BXBLUE - POST PATROCINADO
28/10/2020
Ser aprovado em um concurso público, na maioria dos casos, significa ter um bom salário e, consequentemente, um padrão de vida melhor. Porém, por incrível que pareça, lidar com esse upgrade nem sempre é fácil. A falta de gerenciamento das finanças, aliada ao conforto da estabilidade do cargo, levam, muitas vezes, ao uso desenfreado do crédito consignado.
Prova disso é que, segundo dados do Banco Central, os servidores devem aproximadamente R$ 232,8 bilhões nesse tipo de modalidade de empréstimo aos bancos, um volume quase 10 vezes superior do que os trabalhadores do setor privado, que acumulam um débito de R$ 23,8 bilhões.
Roberto Braga, cofundador da bxblue, startup brasiliense que busca e compara ofertas de empréstimo consignado, explica que a segurança proporcionada pela garantia do pagamento na conta sempre no início de cada mês proporciona à modalidade as melhores taxas do mercado. No entanto, ele faz uma importante ressalva: a estabilidade do cargo deve andar de mãos dadas com a consciência financeira.
Criada em 2017, a bxblue funciona como um marketplace (espécie de shopping center virtual) para clientes que buscam por empréstimos consignados. Na plataforma desenvolvida pela empresa, é possível realizar simulações e avaliar qual instituição financeira oferece as melhores taxas de juros.
“Percebemos que o acesso facilitado ao consignado constitui uma tentação extra para os funcionários públicos. Por isso, sempre orientamos que esse crédito seja contratado com lucidez, para objetivos bem definidos, e não apenas para a aquisição de bens de consumo”, afirma Braga.
Nos últimos anos, o uso inadequado dessa modalidade acabou transformando a solução em vilã. No entanto, o especialista garante: o crédito consignado foi criado para ser uma opção vantajosa e criativa. Não é por acaso que os servidores só podem comprometer até 30% da renda com o produto. Para Braga, a grande questão é o fim para o qual o consignado é utilizado.
O especialista cita algumas situações em que esse tipo de crédito é recomendado:
--
Para ver a notícia na fonte, clique AQUI.